Coisas que não fazem
mal
1 Exercitar os sentidos. Antes
de cobrarmos mais do mundo, deveríamos cobrar mais de nossa própria capacidade
de interlocução com o mundo. Cada coisa possui uma gênese. Sempre podemos
aprender com este processo.
2 Exercitar nossa gentileza. Devemos fazer isso sabendo ouvir as demandas alheias e aprender a lidar com as diferenças. Assim lutando e prezando pelas divergências e pela existência plural entre o eu e o outro e entre nossos diferentes eus.
3 Exercitar nosso corpo. Sua resistência, sua aderência, sua consistência e seu dinamismo. Só assim poderemos lutar pela nossa pluralidade e pela pluralidade do mundo.
4 Exercitar nossa capacidade reflexiva. Devemos pensar sobre nossas ações (positivas e negativas) e prezar por aquelas que julguemos construtivas. Não “matando o tempo”, mas agindo no sentido de um equilíbrio entre vontades e conquistas; entre fluxos e resistências; entre continuidades e desvios.
5
Devemos ser vários. Só sendo
vários, e conscientes dessa multiplicidade, que poderemos exercitar diferentes
interfaces com o mundo e engendrar diferentes experiências nele. Pela
experiência crescemos.
6
Devemos sempre querer nos
desenvolver. Exercitar nossas virtudes e superar nossas limitações. Não de
forma sofrível, mas com resistência, aderência, consistência e dinamismo. Assim
nos satisfazendo com quem somos e primando por uma melhoria e uma satisfação.
Só com satisfação própria é que teremos força e desejo de continuar.
2 Exercitar nossa gentileza. Devemos fazer isso sabendo ouvir as demandas alheias e aprender a lidar com as diferenças. Assim lutando e prezando pelas divergências e pela existência plural entre o eu e o outro e entre nossos diferentes eus.
3 Exercitar nosso corpo. Sua resistência, sua aderência, sua consistência e seu dinamismo. Só assim poderemos lutar pela nossa pluralidade e pela pluralidade do mundo.
4 Exercitar nossa capacidade reflexiva. Devemos pensar sobre nossas ações (positivas e negativas) e prezar por aquelas que julguemos construtivas. Não “matando o tempo”, mas agindo no sentido de um equilíbrio entre vontades e conquistas; entre fluxos e resistências; entre continuidades e desvios.
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